Um Barbaro nonsense

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Capitulo 1º Saindo de casa

No alvorecer na pequena vida de Severensot fazia muito frio, pois era o algi do inverno austral. O Sol demorava para aparecer, parecia que ele estava com sono e cheio de preguiça, os raios batiam nas gostas das folhas das arvores congeladas e refletirão nos olhos de Saroff que acabava de por o primeiro pé para fora de casa.

  Huum... E hoje vou começar a matar dragões.

- Olá sou eu de novo, não, eu não sou Goku. Mais vamos lá =D, como devem saber e só eu pensar que tudo vem para meu livrinho que coisa "catita" cara.... Hoje eu resolvi sair de casa, não conto com muitas coisa meu machado de confiança, uns suprimento da mamãe "Deliça", uma faca e "to" com essa roupa básica de inverno, que por sinal "ta" frio pra "casilde" mano. Mais a vida e assim vou-me indo =D   

Então saindo de sua vila, Saroff vai andando pela floresta ve alguns animais mais não liga continua seguindo seu caminho em paz, apenas pegando um coelho para sua "marmita". Depois de andar por algum tempo, ele se depara com a estrada vai seguindo reto pelo caminho, era um caminho meio morto parecia que ninguém passa ali a céculos alguns animais mortos, fazia a estrada se encher de abutres e algumas hienas. O cheiro de putrefação pairava no ar então ele teve que adiantar seu passo. Ao longo se podia ver uma cidadezinha parecia ser bem hospitaleira, chegado perto viu uma multidadão em um quadro de aviso. No quadros tinhas inumeras fotos de pessoas, animais e itens. Uma gritaria naquele local então Saroff pergunta para um senhor perto dele o que seria aquele local e o homem então responde

-Por acaso e cego? Ou simplesmente e burro? Não sabe ler, estar claramente escrito que aqui e o ponto de caça. Onde alguns caçadores vem para ficar em dias com as coisas, pelo meu ver você gostaria de ir naquela ali - O homem aponta para uma placa que dizia -- Cachorra perdida, pago 50 P.O -- Viu?
- Claro senhor ( Sera que para onde é agora? Agora que já disse que eu sabia não posso perguntar onde é, mais se eu perguntar para outra pessoa. Mais ele deve a conheçer e eu vou ficar com cara de bobo então vou serguir para o Weeeeest ) Obrigado senhor =D 



quinta-feira, 1 de abril de 2010

O Começo... Ou não

Bem primeiramente... Acho que olá, não é? 
Meu nome e Saroff O'Higrines D'guns, e moro aqui na vila Suverenost mais conhecida com a capital da magia de meu mundo. Infelizmente eu não conto com sangue mágico correndo em minha veias e não sou apto para usar magia, nunca fui, então eu tenho que usar minha força para fazer pequenos serviços, para eu ter o que comer e onde dormi a noite. Um dia desse caçando na floresta um cervo, para um mago fazer um de seus feitiços  acidentalmente eu  encontrei um certo livro muito estranho ele tinha uma capa de algum metal bem resistente forrado com pele de um animal bem macio, ele tinha uma escrita muito estranha aparentemente parecia ser algo escrito em runico, como não sei ler eu não sabia a diferença, mais muitos magos fazem isso normalmente para proteger suas magias então nem passou a minha cabeça passar perto, me virei e continuei andando a procura no cervo ,mais aquilo tinha uma força sobrenatural que mesmo eu andando sempre voltava para o mesmo local, o que e de me espantar porque eu conhecia aquela floresta como conheço a minha mão. Como não tinha escolha cheguei perto do livro, suas partes metálicas brilhavam. Eu já  sabia que não seria uma boa escolha, mais mesmo assim eu o abri e então veio um flash de luz em direção as meus olhos, fiquei cego por alguns instantes mais não fiz nem um barulho poderia chamar algum animal feroz e espantar a minha presa, então cai no chão, como alguém se tivessem me dado um muro em minha cabeça eu sentir uma enorme dor. Quando eu acordei notei que já era tarde, o livro continuava a bilhar dessa vez com menos intensidade, ele se abriu para mim e eu pude ver escrito todos os meus pensamentos, minhas ideias, minhas historia, minha vida... Tudo estava relatado naquele pequeno bloco de papel. Fiquei impressionado com o acontecimento guardei o livro em minha bolsa e e por sorte consegui sentir o rastro de um cervo jovem, corri atrás dele e com um golpe certeiro em seu pescoço eu pude mata-lo facilmente. Então voltei para a casa do mago.
- Tome sua criatura.
Mago- E nosso jantar filho... De para sua mãe, ela irar falar com os empregados para cozinha-lo.
- Tudo beleza pai, vou subir estou muito cansado...
- Por causa desse animalzinho? Estar ficando velho filho - O homem velho com uma pequena simples túnica riu - Filho tome - O velho pega um machado e entrega para o garoto - Com isso acho que você não ficara logo cansado, e vai poder seguir com sua jornada.
Pegando rapidamente o machado, Saroff o ergue visualizando todas as criaturas que ele podera derrotar com sua arma.
- Obrigado pai, mais que jornada você diz?
- Se esqueceu de quem e filho? Sua mãe, a profeta, disse que quando você encontra-se sua paz interior você poderia parti e seguir em frente. Então você podera sair amanha cedo, tome - O velho joga um saco de moeda de ouro - Até mais.
Então depois de uma noite de sono Saroff sai de sua vila com um machado em uma mão e a esperança na outra.
Assim começa sua aventura, continua...

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